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Esta temporada que estou a passar em Mostar tem sido razoavelmente produtiva, com dois capítulos terminados e outro a caminho. Mas mais importante ainda que a produtividade tem sido o ensejo de reler os volumes do Ciclo I, coisa que eu já me tinha convencido de que não iria conseguir fazer, e a oportunidade de […]

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Balcãs ao balcão

Hoje, falarei de algo um pouco diferente, nomeadamente comida e bebida. Enquanto encruzilhada cultural, os Balcãs têm uma oferta gastronómica bem característica, e ao fim de seis anos, já fui acumulando alguns favoritos. A saber: Japrak Do turco yaprak. Carne picada, arroz e especiarias envoltos em folhas de parra. A versão da sogra destaca-se pelo

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Dessedentar

Matar a sede a alguém ou a si próprio. Seja qual for a estação, estou sempre sequioso em Mostar. Os nativos dizem que é da humidade e do efeito que esta tem na nossa percepção de sede. Seja qual for o motivo, estou constantemente a dessedentar-me, o que será um dos móbiles da próxima publicação

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600

Um ano e três meses após a publicação 500, ei-la aqui: a 600. Assinalada por nenhum outro motivo além de eu achar piada, e nenhum compromisso de tornar a fazê-lo a cada 100 entradas. 600.ª palavra d’As Crónicas«Eras», da frase «violentamente contestado nas eras seguintes». 600.º página d’As CrónicasO cortejo de Aereth Thoryn à princesa

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A cidade que apenas se divide

Mostar é uma cidade fascinante. Não é o local mais turístico, sobretudo a parte ocidental, na qual me encontro. O que lhe dá fama é a velha ponte e a parte oriental da cidade, que faz lembrar uma pitoresca aldeia Playmobil otomana. É aí que se concentram as actividades e atracções, onde toda a gente

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