Anamneses

O que poderia ter sido

Ao longo da minha carreira de autor, acumulei alguns arrependimentos. Ter encarado a comunidade do Fórum Crónicas de Allaryia como um dado adquirido, por exemplo, ou a transição trapalhona das ditas Crónicas para o Felizes Viveram Uma Vez. Houve várias portas abertas cujo limiar não transpus, e janelas escancaradas pelas quais nem espreitei, e embora […]

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Folheto

Estava eu a vasculhar papelada em busca de um antigo contrato e encontrei isto: esta pérola de uma época anterior à ascensão das redes sociais. Já nem me lembrava, sinceramente, mas recordo-me de que não tive qualquer intervenção no processo, e que ele surgiu de uma iniciativa própria da Presença. E agora não sei dizer

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O Muro

«Muro», chamavam-lhe. Éramos pequenos, na altura, e em boa verdade nem sei bem o que chamar a isto (manjedoura cubista…?), mas hoje parece ridículo que lhe tenhamos chamado «muro». Até porque havia mais do que um à beira da piscina, e não formavam uma barreira contígua, mas nada disso importava. Chamavam-lhe o «Muro», e era

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O Ratinho dos Dentes

Ao longo dos anos, tanto eu como aqueles que me conhecem nos questionámos por várias vezes o que leva alguém a ter a cabeça nos nuvens e os pés na terra. O que leva alguém a «acreditar» na fantasia, na medida em que passa boa parte do tempo a pensar nela e a tecer considerações

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Uma festa há muito esperada

O verão de 1995 ainda não fez trinta anos, mas o de 1994 já, e foi nesse em que finalmente concluí a leitura d’O Senhor dos Anéis, iniciada muito antes, mas que demorei a acabar porque não encontrava O Regresso do Rei em lado nenhum. E porque é isto relevante? Porque comecei a ler este

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