Anamneses

Biçuç

Eles infestam os mundos de fantasia de que gostamos. Quando as coisas correm mal, ficam-lhes entregues. E, na pior das circunstâncias, podemos ser atirados a eles. Falo, obviamente, dos biçuç. Ou bixux. Ocasionalmente, biçuçs. A bicheza que imaginamos quando somos mais novos, a bicharada que tanto pode ser um animal de estimação, um amigo, ou […]

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Música em Allaryia

Os excertos que servem de introdução e créditos no Litortura Nacional espicaçaram a curiosidade de alguns leitores que não seguem este espaço assiduamente nem estão no canal Telegram (por que esperam?). Tratam-se de excertos da orquestra de câmara composta pelo Gonçalo Lourenço, maestro magistral e amigo de já longa data, cujas andanças musicais podem acompanhar

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Nightfall on Middle-Earth

No longínquo ano de 1998, a escrita d’A Manopla de Karasthan prosseguia, não a um ritmo febril, mas com cada vez maior consistência e solidez. Ainda estava muito longe de imaginar que aquilo alguma vez daria um livro, muito menos uma obra publicada, mas nem por isso me sentia menos empolgado a escrever a história.

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O Verão de 1995

Recuando alguns anos da última anamnese, 1995 foi o ano em que as coisas começaram a tornar-se verdadeiramente sérias. Tinha eu 13 anos e já andava com ganas de criar um mundo de fantasia desde os 12, após ter lido e devorado a tal história sobre senhores e anéis. Ou seja, já tinha a cabeça

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Rabiscos

2001/2002 foi uma época estranha e emocionante. Estava a estudar Línguas e Literaturas Modernas (Inglês/Alemão) na faculdade, era vencedor do Prémio Branquinho da Fonseca e sabia que o meu livro ia ser publicado. Agora mais do que nunca, a minha cabeça estava dividida entre dois mundos, entre o mundo real dos estudos e o cada

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